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SÉRIE: Screem Queens



Comecei a assistir a série com um pé atrás. Mesmo sendo obra dos mesmo criadores de American Horror Story, estava caro que a série não teria a mesma pegada. Não é uma série adulta e pesada feito AHS, está mais para "Todo mundo em pânico" num universo de "Meninas Malvadas", trash, mas de um jeito divertido e viciante, com pitadas extravagantes de humor ácido.

A trama é ambientada na fraternidade de meninas Kappa Kappa Tau, numa universidade americana. A primeira cena se passa em 1995, durante uma comemoração na sede da organização, uma integrante da Kappa dá à luz no banheiro com a ajuda de apenas um das irmãs das fraternidade, enquanto as outras se recusam a ajudar no socorro sob a justificativa de que precisam estar na pista enquanto toca a música preferida delas, o que resulta em tragédia.

Em seguida, pulamos para 2015, com Chanel (Emma Roberts) como líder da fraternidade, uma Abelha Rainha típica de filmes adolescentes, mas com uma pitada maior de crueldade. Ela vive cercada por três garotas, que são como suas cópias e ela as chama de Chanel 2, Chanel 3 e Chanel 4.

Tendo em vista os horrores que acontecem na fraternidade, a diretora da universidade, Munsch (Jamie Lee Curtis), obriga as Kappa a aceitarem na fraternidade qualquer um que queira entrar. E cá pra nós, o que é uma ideia magnifica, do tipo, "Vamos obrigar as Lobas a abrigarem e socializarem com as cordeiras". A partir daí, um assassino fantasiado de mascote da Universidade, mascote este que é um Demônio, começa a assassinar pessoas ligadas a comunidade. 

Enfim, eu adorei a maneira como satirizam a geração das redes sociais, o consumismo, os astros do pop, o mundo da moda e mostram como o centros acadêmicos as vezes são simplesmente uma disputa de vaidades, onde o bullying rola solto. E os personagens mais clichês e caricatos possíveis, contribuem para o desenrolar da trama.


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