Pular para o conteúdo principal

MÚSICA: Musiquinhas que marcaram minha infância


Certa vez ouvi "Não tenho estilo musical preferido, música boa é aquela que você ouve uma vez e sente vontade de ouvir de novo". Sábias foram essas palavras. Já tive um gosto musical restrito a um estilo, hoje em dia não, eu gosto de música, e não limito esse gosto a nenhum estilo. Música também tem haver com momento, quando criança gostava de algumas músicas que se tivesse a idade que tenho hoje na época que elas estouraram eu provavelmente não gostaria. Tais músicas me alegram ainda hoje quando as escuto, não por me identificar com a letra ou melodia, e sim por me lembrarem bons momentos, momentos que eu me "identificava" com elas, muitas vezes sem ao menos entender a letra.

"Músicas rebolativas" estão no topo desse exemplo, a maioria das pessoas critica muito negativamente as de sucesso atual, mas "coloca fogo na pista" ao som de antigos sucessos, com direito a passinhos e tudo, quando vai em uma festa de formatura, aniversário ou casamento (dessas que tocam de tudo). Então basicamente é isso, acho que música tem muito a ver com recordação, e cá estão algumas músicas marcaram minha infância, algumas delas são as ditas rebolativas (não me julguem, que eu sei que você também ainda lembram dos passinhos). :D

                                     
Essa é a melhor da seleção, pois eu já até me apresentei cantando ela, no palanque de um comício.

                                      
Não podia faltar mamonas, e eu assim como todas as crianças da época os amava.

                                     
Essa era a minha preferida dos mamonas, e só depois de mas velha que fui entender a letra juntamente com o motivo da minha mãe não gostar da minha preferência.

                                     
Essa é rebolativa, daquelas que todos sabiam a coreografia, e ainda lembram.

Outra rebolativa, com direito a coreografia ensaiada nas colonias de férias da vida. hahaha

E para fechar com chave de ouro que atire a primeira pedra quem nunca dançou essa música. E essa letra que é pário pros proibidão 2013. hahahaha







Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Dos sonhos da Lagarta

Sonhou enquanto lagarta,sonhos de Lagarta. Sonhos que eram parte de quem era, e do que acreditava. Sonhos que cabiam nela! Sonhos que eram dela! Sonhos nos quais ela desejava fazer morada. Enfim os sonhos chegaram... Mas chegaram quando a Lagarta tinha ganhado asas, e já não cabia numa realidade outrora sonhada.

TEXTO: Me falaram: Ame e dê vexame, mas eu ignorei só a parte do ame

Acredito que dentro de cada um de nós existe vários "eus". Nossas atitudes normais são como acordos, um meio termos entre cada um desses "eus" que nos compõe. Definir uma pessoa por uma atitude escrota que ela toma é no mínimo injusto. Mas julgar atitudes alheias "todos curtem", mesmo que a gente se policie "vira e mexe" estamos lá, prontos para apontar o dedo e julgar o primeiro a deslizar, o primeiro a perder a linha. Rotulamos os coleguinhas, os conhecidos, os amigos, família e até mesmo os desconhecidos. O álcool funciona como uma perda de filtro. Aquele filtro que te regula, te impede de sair por aí pintando o sete de cabeça para baixo, colocando fogo no coreto, aquele filtro que faz com que você reprima eu  "espirito de porco". Ok, não é legal tomar atitudes escrotas e colocar toda a culpa no álcool, mas de fato, algumas vezes a culpa realmente é dele. A ideia para a atitude é sua, daquele seu eu sem juízo, mas a força aliad...

Pela vontade de fazer sentido, esqueceu de sentir, e sequer foi sentida

Atenta a lógica, sempre preocupada com a imagem e forma. Fazer sentido sempre foi primordial! Além do cuidado pra ter aquela imagem sensacional, sempre evitando ao máximo qualquer sombra do passional. Pelo medo de se quebrar, seguiu racionalizando qualquer sentir, se iludia sobre levar uma vida normal. Tão tola... mal sabia que sentir era essencial! E foi assim, passou pela vida com uma imagem sensacional, e uma racionalidade sem igual. Pela vontade de fazer sentido, esqueceu de sentir, e sequer foi sentida.