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FILMINHO: Giger e Rosa



Resolvi ver o filme logo que vi a Elle Fanning no elenco, que assim como a irmã trabalha super bem e é linda, como dizem alguns é o tipo de atriz que "dá gosto de ver". E na minha singela opinião ficou ainda mais linda de madeixas ruivas. O gênero do filme é drama, para um filme assim ser bom, é importante que seja representado por bons atores, para que o público possa embarcar na história e se emocionar com os personagens. E o melhor de tudo é que não é um drama clichê do tipo que narra os últimos dias da vida de alguém.


O filme se passa em um cenário hostil, no ano de 1960 na Inglaterra meio a Guerra Fria e a Revolução sexual. As adolescente Ginger e Rosa, são amigas desde sempre, aquele tipo de amigas irmãs, que juram amizade eterna. Ginger é mais politizada, militante e sonha em ajudar a salvar o mundo de uma iminente ameaça nuclear, já Rosa é romântica carente e sonha com um amor eterno. O começo do filme é meio monotono, cheguei a me perguntar se não ia acontecer nada de emocionante. 


As coisas se complicam entre elas quando Ginger passa por problemas familiares e Rosa ajuda a aumentar tais problemas e aos poucos vão percebendo que são completamente diferentes. No meio de uma grande crise familiar Ginger busca refugio na "ideia de salvar" o mundo, como se ignorasse um problema real por um possível. E o filme poetico e lindo em seu jeito confuso e despretensioso, simplesmente surpreende.



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